quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

TRAGÉDIA NO RJ..506 MORTOS

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Desabrigados recebem atendimento médico no ginásio "Pedrão", em Teresópolis (RJ)  Zulmair Rocha/UOL

TRAGÉDIA NO RJ

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TRAGÉDIA NO RJ...423 MORTOS

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TRAGÉDIA NO RJ...423 MORTOS

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Resgate de mulher em enxurrada na Região Serrana do RJ

Moradores de prédio vizinho jogaram corda e conseguiram resgatar a mulher.
Número total de mortos na região subiu para 271 pessoas.

Do G1, com informações do Jornal da Globo

Imagens gravadas por uma equipe da Intertv, nesta quarta-feira (12), mostram o salvamento de uma mulher em São José do Vale do Rio Preto, na Região Serrana do Rio de Janeiro. O vídeo mostra a moradora em cima de uma casa, no meio de uma enxurrada. Um grupo de pessoas num prédio vizinho joga uma corda e consegue resgatar a mulher.



Em Teresópolis, a cidade mais atingida, morreram 130 pessoas no que o governo do estado chegou a descrever como a maior tragédia da história da cidade. Em Nova Friburgo, morreram 107 pessoas, de acordo com o vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. Em Petrópolis, os mortos são 34, a maioria deles no Vale do Cuiabá, no Distrito de Itaipava.
Equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil continuam, na madrugada desta quinta-feira (13), as buscas por vítimas das chuvas nos municípios de Nova Friburgo e Teresópolis. Já em Petrópolis, os bombeiros suspenderam o trabalho de resgate devido à falta de iluminação adequada.

Oitocentos homens da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros tentam localizar desaparecidos em Teresópolis. O secretário do Ambiente do estado do Rio de Janeiro, Carlos Minc, classificou a chuva como a "maior catástrofe da história de Teresópolis". “Não foi possível escolher o que ia cair. Casa de rico, casa de pobre. Tudo foi destruído”, disse a empregada doméstica de 27 anos, Fernanda Carvalho.
Chuvas em Itaipava Itaipava após a chuva que devastou a Região Serrana do Rio de Janeiro (Foto: Aluizio Freire/G1)

TRAGÉDIA NO RJ...423 MORTOS

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Beira de estrada de Itaipava vira acampamento de desabrigados no RJ

Muitos dormiram ao relento, embaixo de chuva e no meio da lama.
Mãe agradece a Deus por salvar filho de 1 ano.

Aluizio Freire Do G1 RJ

Kelly Couto - vítima chuvas Itaipava - região serranaApós perder a casam Kelly Couto tem dormido ao
relento com o filho de 1 ano (Foto: Aluízio Freire / G1)
Muitos moradores de Itaipava, em Petrópolis, na Região Serrada do Rio, que tiveram suas casas invadidas pela água da chuva passaram a noite ao relento, dormindo na rua, embaixo de chuva. A beira da estrada que o distrito a Teresópolis serviu de acampamento para esses desabrigados, entre eles, mulheres, idosos e crianças, que dormiram no canto da rua coberta de lama.
Uma dessas vítimas da tragédia é Kelly do Couto, 22 anos, que trabalha como atendente de uma padaria e recebe R$ 400 por mês. Suja de lama e com muita fome – em dois dias comeu apenas um prato de macarrão oferecido por uma igreja -, ainda assim ela agradecia a Deus por ter conseguido salvar o filho David, de apenas um ano. Ela levou a criança para a casa de uma família, que ofereceu abrigo para o menino.
“Foi um milagre ter conseguido sair a tempo. A água começou a invadir a casa e logo alagou. O rio passa aqui perto e veio aquela explosão que derrubou paredes e tetos de muitas casas. Meu filho sofre de bronquite e está com muita febre, mas está salvo”, disse, sem esconder a emoção.
Situação da beira de uma estrada em PetrópolisPapelão e restos de móveis servem de abrigo
improvisado em estrada de Petrópolis
(Foto: Aluizio Freire/G1)
'Perdi tudo, agora estou na rua', diz morador
Outra que passou a noite dormindo em uma barraca improvisada na beira da estrada , no bairro Benfica, foi Jorgete Custódio, 42, que também conseguiu sair da casa com a filha, de 21, antes do desabamento.
“A força da água e a lama foram destruindo tudo dentro da minha casa. Quando olhei para trás e vi o estrago chorei muito. Não tinha mais nada. Em poucos minutos perdi tudo e agora estou aqui na rua”, lamentava.
A técnica de enfermagem Vera Lúcia Costa, 49, lembra que, por pouco, não aconteceu uma tragédia maior, com a morte de três crianças que estavam trancadas em casa.
Jorgete embaixo de tenda na beira de uma estrada em Petrópolis 
Jorgete deixou a casa da filha antes do
desabamento em Petrópolis (Foto: Aluizio Freire/G1)
“Gabriel, de 3 anos, Pedro, de 1, e Eduarda de 5, conseguiram sair com a ajuda dos vizinhos, que colocaram um pedaço de pau para que eles saíssem pela janela do segundo andar da casa. Foi um desespero”, conta.
Os desabrigados da beira da estrada contam com a ajuda de motoristas, que param para distribuir água ou algum alimento. “O pessoal que está recolhendo doações passam aqui direto, não deixam nada pra gente. Dizem que a prioridade é o pessoal lá do Vale do Cuiabá, onde a situação é mais grave. Mas nós também somos vítima dessa tragédia, ou não?”, questiona Vera.
 

348 SÃO OS MORTOS

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Chuva: sobe para 348 o número de mortos na Região Serrana do Rio de Janeiro

348 SÃO OS MORTOS

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Chuva: sobe para 348 o número de mortos na Região Serrana do Rio de Janeiro

JÁ SÃO 335 MORTOS OFICIAIS

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Chega a 335 o número de mortos na Região Serrana do Rio

Segundo a prefeitura de Friburgo, já são 155 vítimas na cidade.
Em Teresópolis, 16 corpos foram para o IML na manhã desta quinta.

Do G1 RJ
Depois de dois dias de chuva forte na Região Serrana do Rio, subiu para 335 o número de mortos na área. Em Nova Friburgo, o número de vítimas passou de 107 para 155, segundo informações da assessoria de imprensa da Prefeitura de Friburgo, na manhã desta quinta-feira (13).
Imagens da Nasa mostram temporais e enchentes vistos do espaço
Em Teresópolis, o número também subiu nesta manhã, passando de 130 para 146, segundo o secretário municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil de Teresópolis, Flávio Luiz de Castro. Os corpos foram levados para o IML e a delegacia da cidade.
Pelo novo balanço, o número de total de vítimas até as 7h40 desta quinta é de 155 mortos em Friburgo, 146 em Teresópolis e 34 em Petrópolis, onde a maioria das vítimas foi encontrada no Vale do Cuiabá, no Distrito de Itaipava. O acesso à Região Serrana ainda é complicado nesta manhã.
Choveu forte durante a madrugada desta quinta-feira (13) nos acessos a Teresópolis. Na cidade, os bairros mais atingidos, segundo a Defesa Civil, são Caleme, Posse e Campo Grande. A Defesa Civil, que ainda não conseguiu chegar ao bairro de Campo Grande, acredita que mais de duas mil casas tenham sido destruídas pela chuva e que cerca de 150 corpos estejam na região. Eles vão tentar chegar a este bairro nesta manhã.

As buscas por outras vítimas na Região Serrana terão o apoio de helicópteros nesta quinta-feira (13). Durante a madrugada, uma chuva fraca atingiu as cidades de Teresópolis e Petrópolis, mas sem registro de novos deslizamentos. Em Nova Friburgo, a comunicação ainda é precária, já que o sistema de telefonia foi atingido
A procura por desaparecidos continuou durante a madrugada em Friburgo e Teresópolis, mas teve que ser interrompida em Petrópolis, onde a falta de luz prejudicou os trabalhos. Segundo bombeiros, por volta das 7h, os trabalhos recomeçaram na cidade. Vários bairros da Região Serrana foram atingidos.
Dilma e Cabral vão sobrevoar a Região Serrana
Na quarta-feira (12), o governador do Rio, Sérgio Cabral, pediu ajuda à Marinha no trabalho de resgate. Em resposta, a Marinha disponibilizou dois helicópteros (um Esquilo e um Super Puma) para o transporte de pessoal e equipamentos dos bombeiros. Esses helicópteros se juntam a outros cinco do governo do estado na missão de carregar equipes e equipamentos serra acima. Cabral visitará a região nesta quinta. A presidente Dilma Rousseff, que já liberou R$ 780 milhões para os municípios do Rio de Janeiro e São Paulo atingidos pelas chuvas, também vai sobrevoar a Região Serrana nesta quinta.

Chuvas em Itaipava Itaipava após a chuva que devastou a Região Serrana do Rio de Janeiro (Foto: Aluizio Freire/G1)
O coronel Souza Vianna, comandante do 15º GBM (Petrópolis), afirmou que o trabalho de resgate foi suspenso no trecho da estrada que liga Itaipava a Teresópolis, no sentido contrário ao fluxo do Rio Santo Antônio, conhecido como Vale do Cuiabá, devido à falta de luz e à quantidade de lama.
Já em Teresópolis, segundo o secretário de Meio Ambiente e Defesa Civil do município, Flávio Castro, as buscas continuam em nove dos 17 pontos atingidos pela chuva. Ele afirmou que o trabalho se intensifica nos bairros do Espanhol e Barra do Imbuí. Nas outras áreas, os trabalhos foram suspensos por falta de iluminação, e recomeçam às 6h desta quinta. O secretário estima que há cerca de 25 desaparecidos.

A infraestrutura da região foi atingida com severidade. Houve falta de luz, telefone e transporte nas três cidades. Bairros inteiros ficaram isolados e só na noite desta quarta-feira (12) equipes de resgate começaram a dar conta da catástrofe em algumas das áreas mais atingidas. Em um desses esforços, foi resgatado com vida, sem arranhões, um bebê de seis meses de idade em Friburgo.

Oitocentos homens da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros tentam localizar desaparecidos em Teresópolis. O secretário do Ambiente do estado do Rio de Janeiro, Carlos Minc, classificou a chuva como a "maior catástrofe da história de Teresópolis". “Não foi possível escolher o que ia cair. Casa de rico, casa de pobre. Tudo foi destruído”, disse a empregada doméstica de 27 anos, Fernanda Carvalho.
A prefeitura designou dois abrigos para receber desabrigados: o Ginásio Pedrão, no Centro de Teresópolis, com capacidade para 800 pessoas, e um galpão no Bairro Meudon, onde podem ser alojadas 400 pessoas. Os desalojados na cidade são 1280 e os desabrigados, 960.
 Oitocentos homens da Defesa Civil e dos Bombeiros participam de resgates em Teresópolis (Foto: Wilton Júnior/Agência Estado)Oitocentos homens da Defesa Civil e dos Bombeiros atuam em Teresópolis (Foto: Wilton Junior/Agência Estado)
Os bairros mais atingidos em Teresópolis foram Bonsucesso, Caleme e Biquinha. Também registraram vítimas Poço dos Peixes, Vale Feliz, Fazenda da Paz, Posse, Paineiras, Jardim Serrano, Parque do Imbuí, Granja Florestal e Barra do Imbuí, Pessegueiros e Salaquinho.
Em Nova Friburgo, a maior parte das vítimas morava no bairro de Conselheiro Paulino. A chuva forte deixou a cidade sem sinal de telefonia, sem luz e sem transporte na quarta (12). À tarde, moradores perambulavam pela cidade cheia de lama sem saber o que fazer. O ginásio de uma escola estadual é usado como necrotério.
Imagem área mostra devastação em área de Nova FriburgoImagem área mostra devastação em área de Nova Friburgo (Foto: Marino Azevedo/Governo do Estado do Rio de Janeiro)
Na vizinha Petrópolis, o cenário é semelhante. No distrito de Itaipava, a água atingiu dois metros e meio de altura em alguns pontos da região. Uma escola no distrito abriga 30 famílias desalojadas.
Nelson Machado de Souza, 61 anos, diretor de qualidade da Cervejaria Petrópolis, foi mais uma das vítimas das chuvas. A casa dele e de seus dois filhos – uma ao lado da outra –, no Vale do Cuiabá, foram invadidas pelas águas que transbordaram do Rio Santo Antônio, que atingiu uma extensão de pelo menos 10 quilômetros levando tudo que estava pela frente: “Em pouco mais de 15 minutos, tudo o que era conforto virou um brejo, lamaçal”, disse.
O trabalho de resgate das vítimas da tragédia causada pela chuva na cidade é reforçado por homens do Grupamento de Busca e Salvamento que atuaram no Morro do Bumba, em, Niterói, em Angra dos Reis e no Haiti. À noite, integrantes desse grupamento resgataram com vida um bebê de seis meses de idade. Também resgatado com vida, o pai dele passou 15 horas soterrado, abraçado ao filho.
A Defesa Civil da prefeitura de Petrópolis explica que “toda vez que chove muito nos municípios de Teresópolis e Nova Friburgo, a água que desce da serra provoca o transbordamento do rio Santo Antônio, causando os alagamentos”.
O vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, esteve na Região Serrana acompanhando o trabalho de resgate a vítimas.

TRAGÉDIA NO RJ

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

TRAGÉDIA NO RJ

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Carro do Corpo de Bombeiros atingido por um deslizamento de terra no centro de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira
Foto: AE
Carro do Corpo de Bombeiros atingido por um deslizamento de terra no centro de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira

TRAGÉDIA NO RJ

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Região Serrana sofre com fortes chuvas


Vanderlei Almeida/AFP
 
 


Passa de cem o número de mortos na região serrana do Rio de Janeiro. Os moradores da região de Teresópolis precisam de água potável, alimentos não perecíveis, colchonetes, cobertores e roupas

TRAGÉDIA NO RJ

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Região Serrana sofre com fortes chuvas


Marcos de Paula/AE
 
 


Área onde houve desabamento no centro de Nova Friburgo. Por volta daqs 20h15 desta quarta-feira (12), o número de mortos em consequência das fortes chuvas que atingiram a região serrana do Estado do Rio de Janeiro desde a tarde de terça-feira já passou de 200

ESTILISTA E MAIS 7 FAMILIARES MORREM NA TRAGÉDIA DO RJ

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Estilista morta em deslizamentos deve ter homenagem no Fashion Rio

Daniela Conolly e mais sete familiares morreram em sítio em Itaipava, RJ.
Criadora da marca Koolture, ela participou do evento durante quatro anos.

Carla Meneghini e Henrique Porto Do G1 RJ

Em meio à agitação do Fashion Rio, a quarta-feira (12) foi de tristeza para o mundo da moda carioca devido à morte da estilista Daniela Conolly, de 39 anos, em decorrência dos deslizamentos na Região Serrana do Rio. “Queremos fazer uma homenagem a ela, mas ainda estamos digerindo a notícia”, disse o produtor Robert Guimarães, criador do Rio Moda Hype, segmento do Fashion Rio dedicado a novos talentos.
A estilista Daniela Conolly no Fashion RioA estilista Daniela Conolly em três momentos no Fashion Rio: na passarela em 2006, com sua cadela em 2005, e em 2007, quando foi para o calendário oficial da semana de moda (Foto: Montagem/Divulgação)

Daniela Conolly tinha 39 anos e estava hospedada em uma casa localizada num sítio no Vale do Cuiabá, em Itaipava, para comemorar o aniversário de seu pai, que também faleceu na tragédia. Também morreram a mãe da estilista; o marido Alexandre França; o filho João Gabriel Connoly França, de apenas dois anos; além da babá que acompanhava a criança e três sobrinhos.

EM MEIO A TRAGÉDIA..O SALVAMENTO

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Bebê de seis meses é salvo de escombros no Centro de Friburgo

Bombeiros vibraram com o resgate ocorrido na noite desta quarta-feira (12).
Pai do bebê também foi salvo, após ficar 15 horas abraçado ao filho.

Carolina Lauriano Do G1 RJ, em Nova Friburgo

Bebê de 6 meses foi resgatado com vida em meio aos escombros em Nova FriburgoBebê de 6 meses foi resgatado com vida em meio
aos escombros em Nova Friburgo
(Foto: Carolina Lauriano/G1)
Um bebê de seis meses foi salvo por volta das 20h30 desta quarta-feira (12) dos escombros no centro de Nova Friburgo. Os bombeiros que trabalharam no resgate ficaram bastante emocionados e vibraram bastante quando conseguiram retirar o bebê, um menino, sem arranhões. O pequeno Nicolas estava vestido com apenas uma blusa e não chorou em nenhum momento.
"Agradeço a Deus. Isso é um milagre", disse, bastante emocionado, Ademilson Guimarães, avô do bebê, que foi encaminhado por pediatras para o Hospital Raul Sertã.
Cerca de 30 minutos depois, os bombeiros conseguiram resgatar também com vida o pai de Nicolas, Wellington da Silva Guimarães, de 25 anos, que passa bem. Segundo os bombeiros, ele ficou cerca de 15 horas soterrado, abraçado ao filho.
Os dois estavam na casa da sogra de Wellington, que segue desaparecida, assim como a mulher dele, mãe do bebê.
O trabalho de resgate durou quase quatro horas, segundo os bombeiros.
Segundo o capitão Leonard, oficial médico do Corpo de Bombeiros, o resgate foi possível graças a experiência da equipe. "Esse resgate foi emocionante e se deve à equipe altamente qualificada que atuou no Bumba e no Haiti", disse o oficial, lembrando da atuação dos bombeiros em outras tragédias.

TRAGÉDIA NO RJ

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Chuva desvastou diversos bairros e distritos de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio
Marino Azevedo/ Governo do estado RJ